The Way Back
May 1st, 2011Acabadinho de ver, The Way Back, o último do Peter Weir. Recomendo. Faz-me lembrar o Rescue Dawn, do mestre Herzog. Se houver tempo, há crítica para breve.
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Acabadinho de ver, The Way Back, o último do Peter Weir. Recomendo. Faz-me lembrar o Rescue Dawn, do mestre Herzog. Se houver tempo, há crítica para breve.
Ainda os ha’. Alexandre Soares dos Santos em entrevista na SIC noticias.
Aqui mostro a evolução da capacidade/necessidade de financiamento dos particulares e da administração pública. A soma das duas representa a necessidade ou capacidade do país em termos de recurso a financiamento externo. É notório que os particulares já fizeram o seu ajustamento. Desde o final de 2009 que revelam capacidade de financiamento. Já a administração pública aumentou a sua necessidade de financimento, agravando-se de forma notória nos últimos dois anos. Podemos concluir que o défice externo actual se deve essencialmente à forma irresponsável como as contas públicas têm sido geridas nos últimos anos.
Necessidades de financiamento da economia portuguesa, via Capital Humano.
A notícia de que uma uma idosa esteve 9 anos em casa, morta, no chão da cozinha, sem ninguém ter notado a sua falta, deixou-me chocado. Ninguém deu pela sua falta, incluindo familiares, e uma pobre vizinha andou todos estes anos a alertar as autoridades para que a encontrassem e nunca, uma vez que fosse sequer, entraram em casa dela para averiguar o que se passava. Acabou por ser o Fisco a arrombar a porta a fim de executar uma dívida fiscal. Tenho pouco a dizer para além do que escreveu Daniel Oliveira:
O que impressiona, para além da solidão que permite que alguém morra sem que ninguém dê por nada, é que o mesmo Estado que dá pelo não pagamento de uma dívida ao fisco não dê, não queira dar, pelo desaparecimento de um ser humano. Que o contribuinte exista, mas o cidadão não. Que quem tinha a obrigação de pagar impostos tenha deixado de existir nos seus direitos. A metáfora é macabra. Mas é poderosa. Este Estado que não se esquece – não se deve esquecer – de nós quando é cobrador, mas para quem não existimos quando nos é devida alguma atenção.
Diz-se que só há duas coisas certas na vida: a morte e os impostos. Parece que para o Estado português só a segunda parte é verdadeira.
Portugal, como país, envergonha-me.
Os ressentidos e sapos com óculos que andaram a fazer contas durante toda esta semana acerca de como Cavaco ganhou mas não ganhou, ainda não comentaram o dado essencial: há «1,25 milhões de portugueses de eleitores-fantasma no País»: «São falecidos que ainda não foram eliminados nas listas das freguesias ou emigrantes que mantêm o local de voto em Portugal apesar de se encontrarem no estrangeiro.» A contabilidade do embuste praticado pelo Ministério da Administração Interna foi desmascarada tendo em conta os número do próprio INE. Parece, assim, que a abstenção passou para 46%. É o hábito de falsificar estatísticas.
Just found out that my Time Machine SparseBundle is corrupt. I thought that it would be cool to save some money and hack Time Machine to enable backups to a Network Share on my home NAS instead of buying Time Capsule. It worked perfectly for a month or so, but I’ve done some changes on my home network and a couple of abrupt disconnects caused major havoc on it and eventually that was the cause of the corruption. Just found this info on this thread:
The technical reason why Apple limits Time Machine to 10.5 AFP volumes appears to be to prevent disk image corruption. There were additional features added to AFP in 10.5 to support Time Machine. These presumably allow the disk image engine to force disk image journal data to write out all the way to the disk. Without such features, a network interruption can result in a corrupted filesystem on the disk image despite journaling. Remember, journaling relies on the journal being written all the way to disk before the changes take place. If you can’t guarantee that (e.g., because of network/NAS buffering) then the journal is useless. Time Machine appears to rely heavily on disk journaling to deal with network drop-outs, interrupted backups, and the like. Take this away and your data is at risk.
If the NAS you are using supports these features it should report them to the OS and you should natively be able to choose that volume. If you have to trick the OS to use the volume it means the NAS does not support it.
To summarize: if you care about your backup data you should avoid using non-natively supported AFP servers.
I would be interested to know if somebody got it right with non-AFP 10.5 NAS (ie, Samba or NFS hack). I am now using a local attached USB disk.
II. O sindicalismo português, representado pela GCTP e pela UGT, está perdido no tempo. A CGTP e a UGT são forças reaccionárias que impedem a adaptação de Portugal ao século XXI. Um exemplo: se os trabalhadores da Auto-Europa tivessem seguido as indicações dos sindicatos, a empresa já não estava cá. Felizmente, a comissão de trabalhadores da Auto-Europa negociou regras de flexibilidade que aumentaram a produtividade da empresa. Resultado: para o ano, os trabalhadores da Auto-Europa vão ter um aumento de 4%. Se os sindicatos tivessem impedido as mudanças “neoliberais” na Auto-Europa, os milhares de trabalhadores da fábrica estariam agora na rua a protestar contra o “neoliberalismo”. A UGT e a CGTP são fábrica de desemprego.
Orbital – Sad But True. Can’t get better than this.
Leitura recomendada:
No início da década, conheci uma empresa pública que competia no seu ramo de actividade com várias empresas privadas. Nesses tempos, a líder do sector, privada, tinha uma estrutura central com cerca de 20 pessoas, directores, administrativos, secretárias e tudo o resto incluído. Na empresa pública só directores eram os mesmos 20. A situação foi muito bem descrita por um consultor que por lá passou: ‘Nunca vi tão pouca empresa para tantos overheads’.
No organigrama, descrito no seu próprio relatório anual, via-se um departamento de apoio psicológico para ajudar os trabalhadores stressados a ultrapassar os maus momentos e uma direcção de responsabilidade social. Apesar da simplicidade operativa própria do sector de actividade, tinham dividido as operações em três direcções independentes. Apesar de trabalharem exclusivamente no mercado nacional, tinham um responsável pelas relações internacionais. Ao todo eram duas dezenas de directores, duas dezenas de carros, duas dezenas de gabinetes em zona nobre da cidade, duas dezenas de cartões de crédito e mais uma dúzia de secretárias – modestamente, repartiam-nas.