A caixa
Friday, September 12th, 2003PC’s para todos os gostos. O meu preferido é o Shiny Aluminum, seguido do AMD Big Block.
Comments, notebook, links and all the talk
PC’s para todos os gostos. O meu preferido é o Shiny Aluminum, seguido do AMD Big Block.
Muito infeliz a capa do Público. Comparar o 11 de Setembro de 1973 de Pinochet com o 11 de Setembro em Nova York? O que é que o cú tem a ver com as calças? Expansionismo americano? Se esta gente tem tanta aversão ao expansionismo americano, deixem de utilizar a porra da Internet por exemplo. A expansão começou pelo Departamento de Defesa Americano… Não há paciência.
Retirado do Abrupto:
Na TSF, José Manuel Pureza explicou aquilo que a capa do Público diz: tinha sentido associar os dois onze de Setembro pois estes estavam unidos pelo expansionismo americano. Está tudo esclarecido. É uma forma de pensar próxima do negacionismo do holocausto. E campos de concentração será que houve?
O paper está disponível no sítio do costume.
“Abstract. In this paper we present a very practical cipher-text only
cryptanalysis of GSM encrypted communications, and various active
attacks on the GSM protocols. These attacks can even break into
GSM networks that use “unbreakable” ciphers. We describe a
ciphertext-only attack on A5/2 that requires a few dozen milliseconds
of encrypted off-the-air cellular conversation and finds the correct
key in less than a second on a personal computer.
[...]
These attacks allow attackers to tap conversations and decrypt
them either in real-time, or at any later time. We also show active
attacks, such as call hijacking, altering data messages and call
theft.”
Who watches the watchman?
Sim, é uma micro Linux distro para o Access Point WRT54G da Linksys. Mas para que é que eu fui trocar o meu AP por um da US Robotics? Mais uma razão para comprar Linksys… :)
Ainda à pouco, ao tentar aceder a um artigo do DN online, surgiu-me o seguinte:
Está a aceder a um conteúdo exclusivo para clientes SAPO e Netcabo.
Adira já, blablabla
SAPO Livre, Internet sem compromissos.
Que giro, Livre, Internet, a malta do marketing até que tem sentido de humor. Já percebi que o truque é angariar novos clientes, fechando os conteúdos. Nada de novo, já que a IOL e Clix também o fazem. Acho uma idéia estúpida. O mais justo seria colocarem conteúdos pagos, tal como fez o Público e o Expresso. Não me obriguem a mudar de ISP para poder ler um artigo no DN. Só faz com que leia outro jornal ou utilize os proxies para lá chegar. O cidadão comum, se já compra e lê poucos jornais diários (exceptuando os de futebol), ao ver o acesso barrado, tem mais um motivo para não os ler. E por falar no tal estudo europeu, onde foi referenciado no Abrupto, copio aqui as estatísticas portuguesas:
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Não dou muita importância ao futebol para além do jogo em si. É por isso que futebol para mim é ver uma boa partida, duas equipas que mostrem garra, que marquem golos e que no fim fiquemos satisfeitos mesmo que a equipa por quem torcemos, perca. Ontem, ao ver o Portugal-Espanha, digo o que disse o nosso treinador no fim do jogo, levamos um autêntico banho de bola. O futebol, é um jogo colectivo em que onze jogadores fazer parte de uma equipa que tenta ganhar à outra marcando golos, não esquecendo o cuidado que se deve ter com faltas. Os espanhóis jogaram muito bem à bola, os passes eram certeiros, a equipa jogava como um todo e quando rematavam sabiam onde ficava a baliza. Espanha brilhou. Portugal, por outro lado, era um colectivo de jogadores onde muitos eram estrelas mas que não souberam funcionar como uma equipa coesa com o mínimo de estratégia para tentar pelo menos uma jogada acertada. Falhavam passes, enganavam-se, discutiam entre si e parece que estavam ali a fazer um frete. O pior, veio depois com os insultos ao árbritro, aos jogadores da equipa adversária e eu pergunto, é isto um desporto? É com atitudes destas que o nosso país fica bem cotado lá fora? Esta equipa é o espelho deste povo, nada mais. E não vai ser com o Euro2004 ou a construção de estádios que isso se vai alterar. Quando o circo do Euro acabar, ficaremos com estádios novos pelo país para serem frequentados por meia dúzia de gatos pingados e claques com pouco cérebro a torcerem pelos seus clubes em jogos medíocres da I liga, que diga-se, poderia ser reduzida apenas a 6 clubes a fim de melhorar um pouco a qualidade da competição. Mesmo assim…
Outra vez, sobre o mesmo tema de utilizar as Caches por aí espalhadas para browsing anónimo, aqui está o paper (pdf) original dos dois investigadores.
Pedro Bidarra, vice-presidente da BBDO Portugal é um homem de idéias. E esta idéia faz sentido. Porque é que o governo (ICEP) não tem pessoas destas?
Skype, é um cliente P2P VoIP. A qualidade de som é acima do esperado, fácil de utilizar, encriptação peer-to-peer. Já saquei o beta, criei um login e a primeira chamada que fiz funcionou de imediato, sem cortes no som, amazing. Ah, e também tem text messaging, tal como o normal IM, encriptado. Medo, muito medo. Para quem quiser, sou o vonfreud. Será que vão abrir o protocolo? Gostava de ter um cliente em Linux.
Ontem vi o Cypher. Devo confessar que sou fã do realizador Vincenzo Natali desde os tempos do Cube. Estava ansioso por ver este filme e não me decepcionou. O argumento é inteligente, o desempenho dos actores é bastante bom (A Lucy Liu está ali muito bem), os efeitos especiais são os suficientes e a fotografia é fantástica. Aliás, o ambiente em todo o filme denota uma perfeição da imagem que me faz regalar o olho. Isto é Eye Candy SCI-FI! Espionagem industrial dá sempre pano para mangas. Vincenzo, da próxima vez gostava que desses uma olhadela ao Cryptonomicon ou o Snowcrash e quem sabe, adaptá-los para o cinema…
Tal como reporta a Caixa Idiota, Charles Bronson morreu. Esta lenda dos filmes duros e maus na realidade chamava-se Charles Buchinsky. Graças a este senhor, consegui curar noites de insónia, vendo filmes tão ‘macho’ como ‘Os 7 magníficos’ ou mesmo ‘A grande escapadela’. Charles era o que se poderia chamar de actor ‘valor-seguro’ pelo modo como representava e sobretudo, a sua expressão práticamente inálterável, duro, um puro rocha-sólido do que existe de mais determinado no carácter humano. É um verdadeiro seguidor da linha Clint Eastwood. Ficará na memória para sempre com as suas sequelas intermináveis do ‘Death Wish’. Fica aqui esta pequena homenagem nostálgica.